
Primeiro revelo que Lars Kepler é o pseudônimo do casal Alexandra e Alexander Ahndoril, que moram na Suécia, como informa a capa do livro.
Segundo, não decidi se o livro é realmente bom.
Gostei muito do suspense, das investigações, dos personagens, e do contexto da hipnose. Contudo, os autores exageraram nos fatos e informações, fazendo uma reviravolta total, onde muita coisa não encaixou no final e serviu somente para confundir o leitor.
Parece-me que pensaram que colocando um monte de incertezas, o suspense seria melhor.
Confesso que chegou um momento em que estava cansada da brincadeira, mas ao mesmo tempo nem de longe pensei em parar, afinal, estava intrigante.
Das histórias paralelas, poderiam surgir no mínimo mais quatro livros, se elaboradas.
No final, tudo aconteceu muito rápido e o desfecho deixou a desejar.
De qualquer forma, o livro é interessante, merece ser lido e a criatividade dos autores é realmente impressionante.
Tudo começa com um triplo homicídio cuja única testemunha é o filho da família que está hospitalizado com mais de cem facadas. Dr. Erik Maria Bark é chamado para hipnotizar o menino, que está em choque, para tentar descobrir pistas sobre o assassino.
Apesar de ter jurado nunca mais hipnotizar ninguém depois de uma trágica experiência que quase acabou com sua carreira no passado, Dr. Bark hipnotiza o rapaz.
Logo a mídia descobre e questões éticas vêm à tona, assim como uma sequência de horrores.















